PM ultrapassa marca de 400 fuzis apreendidos no RJ em 2026
15/07/2026
(Foto: Reprodução) Fuzis apreendidos durante megaoperação no Rio
Reuters/Tita Barros
A Polícia Militar do Rio de Janeiro ultrapassou, nesta quarta-feira (15), a marca de 400 fuzis apreendidos em 2026. O número foi alcançado após a retirada de circulação de mais cinco armas de guerra durante operações de combate ao crime organizado realizadas na capital e na Região Metropolitana, nesta quarta-feira (15).
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As apreensões ocorreram em ações conduzidas por policiais do 18º BPM (Jacarepaguá), 9º BPM (Rocha Miranda), 7º BPM (São Gonçalo) e 35º BPM (Itaboraí). Segundo a corporação, os armamentos foram localizados durante operações voltadas ao enfrentamento de grupos criminosos que atuam nessas regiões.
PM apreende 316 fuzis no RJ até maio
De acordo com a Secretaria de Estado de Polícia Militar, as ações fazem parte da estratégia de combate ao crime organizado por meio de operações planejadas, trabalho de inteligência e policiamento ostensivo.
Em todo o ano passado, a Polícia Militar apreendeu 5.226 armas, das quais 811 eram fuzis. Além disso, foram recolhidas 94.922 munições, 3.214 carregadores e 377 granadas.
41º BPM (Irajá) lidera ranking
Entre as unidades operacionais da PM, o 41º BPM (Irajá) aparece na liderança do ranking de apreensões de fuzis em 2026, com 77 armas retiradas de circulação. Em seguida estão o 14º BPM (Bangu), com 41 apreensões; o 18º BPM (Jacarepaguá), com 40; e o 12º BPM (Niterói), com 36.
41º BPM (Irajá) lidera ranking de apreensões da PM do RJ
Divulgação PMRJ
Na sequência aparecem o 15º BPM (Duque de Caxias), com 25 fuzis apreendidos; o 9º BPM (Rocha Miranda) e o BOPE, empatados com 21; o 1º BPM (Venda da Cruz), com 15; e o 17º BPM (Ilha do Governador), o 38º BPM (Três Rios) e o 3º BPM (Méier), todos com 12 apreensões.
316 fuzis apreendidos até maio
Até maio, um levantamento do setor de inteligência da Polícia Militar contabilizava 316 fuzis apreendidos no estado. Segundo a corporação, cerca de 90% das armas foram encontradas em áreas dominadas pelas facções Comando Vermelho (CV) e Terceiro Comando Puro (TCP), que concentravam nove em cada dez apreensões registradas até aquele momento.