Família cobra resposta sobre morte de jovem durante entrega de tijolos no Acre: 'Queremos justiça'

  • 27/03/2026
(Foto: Reprodução)
Delegado Alcino Sousa fala sobre a morte de jovens durante entrega de tijolos em obras Após quase duas semanas das morte de Gustavo Gabriel Bezerra Soster, de 17 anos, e Daniel Dourado de Sousa, de 22, durante uma entrega de tijolos no Conjunto Habitacional Cidade do Povo, em Rio Branco, ninguém foi preso pelos crimes ainda. A família de Daniel confirmou ao g1 que ainda não foi ouvida pela Polícia Civil. Uma prima dele, que pediu para não ter o nome divulgado, disse que a família quer justiça pela morte do rapaz. A reportagem não conseguiu contato com os familiares de Gustavo Gabriel. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp A Polícia Civil afirmou que segue investigando o caso, contudo, não houve ainda prisões. Família de Daniel Dourado de Sousa, de 22 anos, cobra resposta sobre investigação da morte do rapaz Arquivo pessoal "Até agora estamos sem saber de nada. O meu primo nunca participou de nada errado, tiraram o sonho dele que era trabalhar para construir a casinha e dar um teto para filha que chama por ele todos os dias. A tristeza só aumenta e a decepção, também", contou emocionada a prima de Daniel. A prima dele explicou que não conhecia Gustavo, também vítima do ataque. Antes de serem mortos, os criminosos tiveram acesso ao celulares deles, na tentativa de achar supostamente símbolos de uma facção rival nos celulares. "Não conheço e nunca vi o outro rapaz, só vi a mãe dele no dia que fomos reconhecer os corpos no Instituto Médico Legal (IML). Queremos justiça pelo meu primo e por outras mortes que acontecem. Isso não pode ficar impune, meu primo era uma pessoa muito boa", concluiu. Assassinatos Daniel Dourado de Sousa e Gustavo Gabriel Bezerra Soster trabalhavam em uma cerâmica e foram até a Cidade do Povo fazer uma entrega de tijolos em um canteiro de obras com outros trabalhadores. Durante a entrega, criminosos do conjunto habitacional se aproximaram e renderam os trabalhadores. Os bandidos sequestraram as vítimas e as levaram para o lado da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE). Lá, pediram os telefones em busca de símbolos de uma facção rival. Gustavo Bezerra (es.) e Daniel Dourado (dir.) entregavam tijolos no Conjunto Habitacional Cidade do Povo quando foram mortos Reprodução À época, a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoas (DHPP) confirmou que as vítimas foram mortas após os criminosos verificarem os telefones. "Sequestraram as quatro pessoas e, ao verificarem os telefones, teriam dito que pelo menos duas dessas pessoas rendidas pertenciam à facção rival. Daí, então, as conduziram para a lateral da estação de tratamento, que é um muro bastante extenso, e lá executaram as vítimas", confirmou à época, o delegado Alcino Sousa. A Polícia Militar (PM-AC) foi chamada, isolou a área e acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para confirmar as duas mortes. Ainda segundo o coordenador da DHPP à época, os criminosos destruíram câmeras de segurança que ficam próximas ao local do crime para dificultar o trabalho da polícia. Reveja os telejornais do Acre

FONTE: https://g1.globo.com/ac/acre/noticia/2026/03/27/familia-cobra-resposta-sobre-morte-de-jovem-durante-entrega-de-tijolos-no-acre-queremos-justica.ghtml


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