Manifestantes fazem ato na Av. Paulista pedindo prisão de agressores do cão Orelha, morto em Santa Catarina

  • 01/02/2026
(Foto: Reprodução)
Manifestantes fazem ato na Av. Paulista pedindo Justiça contra agressores do cão Orelha Manifestantes fazem na manhã deste domingo (1°), na Avenida Paulista, Centro de São Paulo, um ato pedindo Justiça contra os agressores do cão Orelha, vítima de maus-tratos em Santa Catarina. O ato em frente ao Masp reuniu vários defensores da causa animal, que pediram a prisão dos responsáveis pela morte do animal na Praia Brava, uma das áreas mais nobres de Florianópolis, a capital catarinense. O animal foi espancado e teve que ser submetido à uma eutanásia, em razão dos profundos ferimentos. Os investigados pelo crime são quatro adolescentes de classe média alta. Dois deles tinham deixado o país em viagem familiar aos Estados Unidos, mas retornaram ao país na última quinta-feira (29) em razão do curso das investigações. Fantástico mostra o que se sabe sobre morte do cão Orelha e assassinato de corretora em Goiás Morte de cão Orelha repercute na imprensa internacional Justiça determina exclusão de conteúdos que identifiquem adolescentes suspeitos Manifestantes se reúnem na Avenida Paulista, Centro de SP, neste domingo (1°) em ato contra a agressão ao cão Orelha, em Florianópolis, Santa Catarina. Montagem/g1/Reprodução/TV Globo Manifestantes fazem ato na Av. Paulista neste domingo (1°) pedindo Justiça pelo cão orelha, morto em Florianópolis (SC). Reprodução/TV Globo Manifestantes fazem ato na Av. Paulista neste domingo (1°) pedindo Justiça pelo cão orelha, morto em Florianópolis (SC). Reprodução/TV Globo Manifestantes se reúnem na Avenida Paulista, Centro de SP, neste domingo (1°) em ato contra a agressão ao cão Orelha, em Florianópolis, Santa Catarina. Montagem/g1/Reprodução/TV Globo Manifestantes fazem ato na Av. Paulista neste domingo (1°) pedindo Justiça pelo cão orelha, morto em Florianópolis (SC). Reprodução/TV Globo Investigação policial Cão Orelha: pais e tio de adolescentes são indiciados por coagir testemunha Na quinta-feira (29), a Polícia Civil em Florianópolis cumpriu dois mandados de busca e apreensão e recolheu os celulares dos dois adolescentes investigados. Segundo a corporação, com apoio de um monitoramento feito junto à Polícia Federal, foi possível identificar que os jovens anteciparam o voo de retorno ao Brasil. Eles foram intimados para serem ouvidos. Ao todo, quatro adolescentes são apontados como autores do espancamento. Os outros dois já tinham sido alvos de uma operação policial na segunda-feira (26). Os nomes, idades e localização dos suspeitos de atacar Orelha não foram divulgados pela investigação, tendo em vista que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) prevê sigilo absoluto nos procedimentos envolvendo pessoas abaixo de 18 anos. Ato na Avenida Paulista, em SP, neste domingo (1°), pede Justiça contra os agressores do cão Orelha, em Florianópolis, Santa Catarina. Reprodução/TV Globo O auto de apuração de ato infracional que apura o envolvimento dos jovens foi aberto pela Delegacia de Atendimento ao Adolescente em Conflito com a Lei da Capital (DEACLE). Não há data marcada para eles serem ouvidos. Três adultos, dois pais e um tio dos adolescentes, também foram indiciados suspeitos de coagir uma testemunha durante a investigação do caso. Segundo a Polícia Civil, a vítima foi o vigilante de um condomínio, que teria uma foto que poderia ajudar a esclarecer o crime. A investigação também pediu a elaboração do laudo de corpo de delito do cão Orelha, para esclarecer as circunstâncias da morte. O que aconteceu? Cão Orelha, que foi agredido em Florianópolis Reprodução/Redes sociais A Polícia Civil aponta que Orelha foi agredido no dia 4 de janeiro, na Praia Brava. Ele foi encontrado ferido e agonizando por pessoas que estavam no local, levado a uma clínica veterinária e, no dia 5 de janeiro, submetido à eutanásia devido à gravidade dos ferimentos. Exames periciais indicaram que o cão foi atingido na cabeça com um objeto contundente, ou seja, sem ponta ou lâmina. O objeto usado na agressão não foi localizado. A investigação também apura uma tentativa de afogamento de outro cão comunitário, chamado Caramelo, na mesma praia. Há imagens dos adolescentes pegando o animal no colo e testemunhas relataram que viram o grupo jogando o cachorro no mar. Leia também: mais do caso Cão Orelha Pancada na cabeça agravou estado do cachorro em SC FOTOS: Orelha viveu 10 anos em praia turística de SC com outros cães comunitários Adolescentes suspeitos tentaram afogar outro cachorro na praia em SC, diz polícia Infográfico - morte do cão Orelha Arte g1 Há imagens do crime? Não existem imagens do momento exato da agressão, segundo a Polícia Civil. De acordo com a delegada Mardjoli Valcareggi, a identificação dos suspeitos foi possível a partir da análise de outros registros feitos na região no mesmo período, além de depoimentos de testemunhas. Mais de mil horas de imagens de câmeras de segurança são analisadas, de acordo com ela. Quem era o cão Orelha? Orelha era um cão comunitário da Praia Brava e vivia em uma das casinhas mantidas para os animais que se tornaram mascotes da região. Ele era cuidado por moradores e comerciantes locais e era conhecido por ser dócil, brincalhão e muito querido por quem frequentava a praia, incluindo turistas. VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias

FONTE: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2026/02/01/manifestantes-fazem-ato-na-av-paulista-pedindo-justica-contra-agressores-do-cao-orelha-morto-em-santa-catarina.ghtml


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