Jornal Nacional acompanha o dia dos candidatos à Presidência da República

  • 17/08/2026
Jornal Nacional acompanha o dia dos candidatos à Presidência da República A partir desta segunda-feira (17), o Jornal Nacional começou a cobrir as atividades de campanha dos candidatos à Presidência da República. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Lula (PT) O presidente Lula, que concorre à reeleição pelo PT, passou o dia no Amapá. Lula cumpriu agenda oficial na cidade de Oiapoque, município mais perto da área de pesquisa de petróleo no Amapá. O presidente Lula conheceu o navio-sonda que realiza pesquisas na margem equatorial. Na semana passada, a Petrobras anunciou a descoberta de petróleo na região. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, do União Brasil, acompanhou a visita. As últimas semanas foram marcadas pela reaproximação dos dois. No fim do evento, Lula falou sobre a importância da descoberta. Disse que com o dinheiro do petróleo, o país poderá investir em projetos de desenvolvimento e educação: "Isso aqui pode chamar passaporte para o futuro. E quando eu falo passaporte para o futuro desse país, eu não estou negando a minha luta para que um dia a gente não precise utilizar combustível fóssil. Porque o país vai continuar sendo o país rei da inovação nos biocombustíveis". Renan Santos (Missão) Renan Santos, candidato à presidência pelo Missão, passou o dia em São Paulo. Durante a tarde, Renan Santos participou da Conferência Anual do Banco Santander. Respondeu perguntas de executivos e investidores. O candidato à presidência pelo Missão falou de desenvolvimento econômico. Disse que, se eleito, vai focar no corte de gastos do governo para combater a inflação, gerar superávit e criar espaços para investimentos públicos. Afirmou ainda que pretende desvincular os reajustes de benefícios sociais e da previdência do aumento anual do salário mínimo: "O salário mínimo não seria alterado de início. O que nós vamos alterar é os aumentos que existem para outros pisos não serem determinados pelo aumento do salário mínimo. Porque aí você está punindo, antes de tudo, a pessoa que recebe o salário mínimo, porque o ganho de produtividade que você está dando para ela, está se transformando em inflação por conta dos gastos descontrolados do governo. Você dá com uma mão e tira com a outra. Isso está sendo ruim também para aposentados, está sendo ruim para todo mundo". No início da noite desta segunda-feira (17), Renan Santos encerrou a agenda em São Paulo. O último compromisso do candidato foi em uma emissora de TV, onde participou de uma sabatina. Ronaldo Caiado (PSD) Ronaldo Caiado, do PSD, também fez campanha na capital paulista. Acompanhado do candidato a vice, Gilberto Kassab, Ronaldo Caiado participou de um fórum de debate para discutir o futuro do país. Sobre segurança, disse que pretende aumentar o número de presídios e defendeu uma polícia integrada com os países vizinhos para atuar contra o narcotráfico: "Será uma Asupol, ou seja, a polícia dessa área da América do Sul, buscando os dez países limítrofes com o Brasil. E ela terá livre acesso a todos os outros países, e os outros países também em relação ao território brasileiro, para combatermos o narcotráfico, e a violência, e o tráfico de armas e a lavagem de dinheiro". À tarde, Ronaldo Caiado foi um dos convidados de um evento organizado pelo Santander, que contou com a presença de outros candidatos. Caiado disse que, se eleito, pretende reduzir penduricalhos ou qualquer outra forma de remuneração acima do teto constitucional. Augusto Cury (Avante) O candidato à presidência pelo Avante, Augusto Cury, esteve em Brasília. Augusto Cury, do Avante, gravou vídeos para a campanha em uma produtora em São Paulo nesta segunda-feira (17) pela manhã. À tarde, viajou para Brasília, onde participou de uma sabatina em um portal de notícias online. O candidato defendeu a adoção do semipresidencialismo, em que o poder é dividido entre um presidente e um primeiro-ministro. Augusto Cury também tratou de política internacional. Disse que, se eleito, vai procurar estreitar laços com o presidente da Argentina, Javier Milei. Também defendeu mais diálogo com o presidente americano, Donald Trump. Para, segundo ele, mostrar que Brasil e Estados Unidos podem ser grandes parceiros comerciais: "Mostrando que o Brasil, ele é o gigante da América Latina. E é um país que hoje é o celeiro do mundo. Mas nós temos que nos transformar no supermercado do mundo. E mostrar que poderemos ser grandes parceiros comerciais para desenvolver a América Latina e também contribuir com o déficit da América do Norte". Romeu Zema (Novo) Romeu Zema, do Novo, fez campanha em São Paulo. Romeu Zema também participou da Conferência Anual do Banco Santander. Zema disse que, se eleito, vai implementar uma ampla reforma administrativa para reduzir os gastos públicos e criar condições para a queda da taxa básica de juros. Defendeu também uma reforma da Previdência, com a ampliação do tempo de serviço como forma de enfrentar o aumento dos gastos por causa da maior expectativa de vida e disse que vai privatizar todas as empresas públicas para reduzir o tamanho do Estado e melhorar a eficiência dos serviços: "O Estado no Brasil já tem muito o que fazer na área da segurança pública, da saúde, da educação e da infraestrutura. Ele não tem a capacidade que a iniciativa privada tem para gerenciar empresas. Tudo que eu puder privatizar, eu irei privatizar". À noite, o candidato participou de um jantar da organização Centro de Liderança Pública em um shopping de São Paulo. Flávio Bolsonaro (PL) O candidato Flávio Bolsonaro, do PL, fez campanha em Minas. Em Belo Horizonte, Flávio Bolsonaro falou sobre as propostas para a segurança pública. Disse que vai criar mais de 500 mil vagas em presídios e dobrar o número de presídios federais. Flávio Bolsonaro participou do lançamento do candidato do Partido Liberal ao governo de Minas, Flávio Roscoe, em um ginásio na região centro-sul de Belo Horizonte. O candidato afirmou que vai trabalhar em conjunto com o próximo governador de Minas Gerais, independentemente se é aliado ou não. Flávio Bolsonaro também falou sobre propostas para a economia: "A melhor forma que nós temos de devolver o poder de compra para as famílias brasileiras é fazendo um governo equilibrado, com responsabilidade fiscal para as taxas de juros caírem, para o crédito voltar a ficar barato, para atrairmos os investimentos. E essa é a forma que nós vamos ter para libertar as famílias, porque a dívida delas não é delas". GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Jornal Nacional

FONTE: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2026/08/17/jn-acompanha-o-dia-dos-candidatos-a-presidencia-da-republica.ghtml


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