Dois condenados por estupro coletivo em Copacabana respondem a processos e investigação por outros casos

  • 18/10/2026
(Foto: Reprodução)
Vitor Hugo e Mattheus Reprodução Dois dos quatro condenados a 15 anos de prisão pelo estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos em janeiro de 2026 em Copacabana, na Zona Sul do Rio, respondem a processos por diferentes casos ocorridos nos últimos três anos. Vitor Hugo de Oliveira Simonin responde a um processo no Tribunal de Justiça do Rio por uma acusação de estupro e é investigado pela Delegacia de Atendimento à Mulher da Zona Sul pelo mesmo crime. Nos dois casos, as vítimas eram menores de idade. Mattheus Veríssimo Zoel Martins responde por um caso semelhante pelo qual foi condenado: ele é acusado de, juntamente com outro adolescente e um adulto, ter estuprado uma menina de 14 anos. Justiça condena quatro homens a 15 anos por estupro coletivo de adolescente em Copacabana Um dos participantes deste caso, ocorrido em 2023, é do mesmo menor de idade envolvido no caso de estupro coletivo ocorrido em Copacabana. Em abril, após decisão da Justiça, o menor foi internado compulsoriamente no Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase) pelo estupro coletivo em Copacabana. Caso em 2023 Mattheus Verissimo Zoel Martins na chegada à delegacia de Copacabana Reprodução Matheus responde por ato análogo a estupro, já que era menor de idade na época do caso. A adolescente de 14 anos relatou que foi convidada a ir até a casa de Mattheus, na Zona Norte do Rio. Segundo o depoimento, ao menos dois suspeitos teriam participado da violência sexual e gravado imagens do crime e divulgado. Suspeitos de estupro coletivo no Rio são acusados por outra menor pelo mesmo crime Gabriel de Oliveira Palmieri, de 24 anos, se entregou à polícia após ser indiciado pelo crime pela delegacia de Copacabana em junho deste ano. O processo contra ele tramita na 1ª Vara Especializada em Crianças e Adolescentes (Veca). O processo contra Mattheus e outro menor de idade tramita na Vara da Infância e Juventude. O g1 procurou a defesa de Mattheus Veríssimo, que respondeu que não vai se manifestar. O g1 não conseguiu contato com a defesa de Gabriel de Oliveira Palmieri. Duas acusações contra Vitor Hugo Simonin Vitor Hugo Simonin, na 12ª DP Reprodução Vitor Hugo Simonin foi indiciado pela 12ª DP (Copacabana) em agosto por estupro de uma adolescente. O caso teria ocorrido durante uma festa no Humaitá, Zona Sul do Rio, em 2025. Uma menor de idade, que estava alcoolizada, disse que Simonin a forçou a fazer sexo oral, apesar de ela ter dito repetidamente que não queria. A delegacia ouviu testemunhas, que relataram que Vitor Hugo tentou tocar a vítima em diversos momentos durante a festa sem sua permissão, e que ela relatou chorando o que havia acontecido. A adolescente reconheceu formalmente Vitor Hugo. Advogado Ângelo Máximo, que representa Vítor Hugo Simonin, diz que ele nega ter participado de estupro Em julho deste ano, a Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) da Zona Sul instaurou outra investigação contra Simonin após receber informações do Ministério Público do Rio sobre o possível estupro de uma adolescente de 17 anos, durante o pré-carnaval de 2026. Em nota, a Polícia Civil afirmou que o caso segue sendo investigado e que a vítima será ouvida novamente na delegacia. O g1 procurou a defesa de Vitor Hugo Simonin, que não respondeu até a publicação desta reportagem.

FONTE: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2026/10/18/dois-condenados-por-estupro-coletivo-em-copacabana-respondem-a-processos-e-investigacao-por-outros-casos.ghtml


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